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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A Quinta-Coluna (Ernest Hemingway)



Antes de mais nada, é uma peça de teatro. Segundo, fala sobre um tema que Hemingway explorou muito, a guerra civil espanhola. Até aí, dois motivos que não me animavam muito a ler o livro.

Mas, comecei a ler e me empolguei com a história, embora não tenha achado a menor graça na personagem feminina. É a única peça de Hemingway, se não me engano, e é bem legal, mostrando como em outras ocasiões ele já fez, o lado humano e cínico da guerra fora das trincheiras.

Resumindo, não é a melhor coisa que ele já escreveu e nem a mais original, mas é beeeeem Hemingway pra quem gosta de Hemingway.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Contos - volumes 1, 2 e 3 (Ernest Hemingway)







Duas observações antes de começar: primeiro, eu preferi fazer um texto sobre os três livros juntos porque acho meio sacanagem falar sobre três livros de contos do mesmo autor como se fossem obras separadas. Segundo, eu acho uma sacanagem lançar os contos de Hemingway em três volumes separados ao invés de fazer uma edição completa e grandona com todos os contos.

De qualquer forma, é bom vocês saberem que eu sou fã de Hemingway. O Velho e o Mar, Por Quem os Sinos Dobram e Paris é Uma Festa são alguns dos meus livros preferidos, especialmente o último. Minha única decepção foi Sangue e Areia, que me parece abaixo dos outros.

Pois bem, lendo estes livros de contos eu entendi o por quê. Sangue e Areia é material para narrativa curta, na minha opinião. Seria perfeito se tivesse o tamanho, por exemplo, de As Neves do Kilimanjaro. Mas isso é só uma observação que pode ser uma tremenda bobagem.

De qualquer forma, adorei os contos também. São histórias passadas na guerra (Itália e Espanha em sua maioria), no interior americano, na África, na Flórida e em Cuba que nos fazem enxergar a paisagem e entrar nos dramas dos personagens.

Algumas são extremamente simples e curtas e outras são grandes torvelinhos de emoções.

Uma bela experiiencia literária para quem já gosta de Hemingway e para quem nunca ouviu falar.