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terça-feira, 24 de junho de 2014

Boitempo (Carlos Drummond de Andrade)



Poemas de Drummond sobre uma infância longínqua e eterna. Pra ler de uma vez só ou aos poucos. Do primeiro amor à primeira morte passando por tudo o que há no meio.

a gente acaba de ler e fica exalando poesia um tempinho.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Fala, amendoeira (Carlos Drummond de Andrade)

Como é bom ler as coisas de Drummond. Deixar-se levar por aquele leveza que encobre até a mais terrível das dores crônica após crônica.

Fazia muito tempo (tempo demais) que eu não lia Drummond e, após o "Fala, amendoeira", ficou a certeza de que isso não pode se repetir.

A poesia de um ovo de pato que se choca, um menino que brinca sozinha na rua - talvez abandonado pelo pai, os problemas com o abastecimento de água no Rio de Janeiro antigo, tudo se transforma em um pedaço mágico do tempo nas mãos de Drummond.

Acabei de ler e fiquei assim, bobo de ver como alguém que escreve tão bem consegue mudar nosso dia, nosso humor e nosso jeito de ver as coisas.